Pollux traz tecnologia de transferência de dados através do som


José Rizzo, CEO da Pollux, também presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial.

A Pollux, empresa de tecnologia industrial, e a Chirp, fornecedora global da tecnologia data over sound (DoS), firmaram parceria estratégica viabilizando a transmissão de dados sobre som para companhias brasileiras dos mais diversos segmentos. A tecnologia permite o envio de dados digitais para vários dispositivos sem a necessidade de emparelhar ou conectar aparelhos, além de permitir a função broadcasting de transmissão – de um para muitos dispositivos simultaneamente.

Com a transferência de dados através do som, qualquer dispositivo com microfone pode ser utilizado como codificador e decodificador de áudio. Também funciona sem a necessidade de qualquer outra forma de conectividade, como Wi-Fi ou Bluetooth, permitindo que a rede de múltiplas plataformas e dispositivos seja feita off-line.

O CEO da Pollux, José Rizzo, e também presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), explica que a tecnologia pode ser implementada em diferentes segmentos industriais e corporativos. “Em entretenimento, por exemplo, a Chirp já possibilitou a transmissão de dados entre games, enviando personagens via som para outros dispositivos, por exemplo. Outro projeto foi a interação de personagens físicos com o desenho animado na tela do computador, TV, smartphone ou tablet”, destaca.

Outras aplicações possíveis são autorizações de pagamentos, ticketing, transportes, automação industrial, TV, rádio, games, streaming (Real Second Screen), eletroportáteis (brinquedos, lâmpadas e dispositivos inteligentes), estádios/conferências, controle de acesso, ações em eventos e pontos de venda, interação entre aplicativos e robôs, e sendo possível desde acesso remoto (via telefone/call center) de operadora de TV a cabo até mesmo leitura de sensores em usinas nucleares.

A DoS pode ser executada em três formatos: audível, quando a emissão sonora é reconhecida pelo ser humano; inaudível, neste caso, é emitida uma onda ultrassônica para ativação; e a Chirp React, baseada no reconhecimento de sons pré-definidos, como músicas, vinhetas, alarmes etc. A partir desta tecnologia inovadora, as empresas podem criar soluções para diversas plataformas como iOS, Mac OS, Android, Windows, UWP, JavaScript, Web Browsers, Python, Arduino, Raspeberry Pi e Linux. Além disso, respeita a criptografia e os códigos de segurança de desenvolvimento e não necessita de regulamentação de órgãos como Anatel, tornando sua aplicação mais rápida e menos burocrática.

A data over sound se difere em relação a Near Field Communication (NFC) pela sua viabilidade, pois todos os aparelhos celulares existentes dispõem da tecnologia necessária para seu funcionamento. “A DoS é mais barata, mais abrangente e otimiza melhor os recursos dos aparelhos já existentes no mercado para sua aplicação imediata”, afirma o CSO & EVP Américas da Chirp, Marco Carvalho.

Para desenvolver a Divisão Chirp no Brasil, a Pollux conta com Rafael Porazza que tem como missão ampliar o mercado de forma acelerada, garantindo o mesmo nível de adoção já observado em diversos outros países. “A tecnologia tem aplicação comprovada em Hong Kong, Índia, Reino Unido e nos EUA agilizando processos, diminuindo custos operacionais, viabilizando conexões e interações antes improváveis, não somente entre máquinas, mas no cotidiano das pessoas”, finaliza Porazza.

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A Pollux cobre todas as áreas da automação industrial

FONTE: BOLETIM INDUSTRIAL

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